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Gestão e Serviços de TI

Como montar um plano de contingência de TI em 7 passos

Hoje, a maioria das empresas depende da tecnologia para realizar suas transações e utilizar os sistemas automatizados. Contudo, apesar deste ser um ótimo passo à modernização e à inovação, muitas...
Por Teclógica · 13 de outubro de 2016
Como montar um plano de contingência de TI em 7 passos

Hoje, a maioria das empresas depende da tecnologia para realizar suas transações e utilizar os sistemas automatizados. Contudo, apesar deste ser um ótimo passo à modernização e à inovação, muitas empresas ainda não sabem se atentar a um plano de contingência de TI.

Então, quer saber mais sobre o assunto? Confira este post!

O que é um plano de contingência de TI?

É muito importante saber do que se trata tal plano. Afinal, como estamos dependentes da tecnologia, vários imprevistos podem acontecer, como paralisações do sistema, perda de dados, fraudes e desastres que podem fazer você perder muito tempo — e, consequentemente, dinheiro e até credibilidade.

É por conta disso que é importante ter um plano de contingência de TI. Ele garante a qualquer empresa que dependa tanto assim de sistemas automatizados ou transações online, por exemplo, a capacidade de reduzir os estragos e recuperar grandes partes daquilo que possa ter sido corrompido ou perdido devido à uma falha técnica, uma falta de energia ou até faltas técnicas dos usuários.

Portanto, agora veremos como montar um plano de contingência de TI em alguns passos.  Continue lendo!

1. Organizar todos os setores

Como o plano de contingência de TI visa a recuperação do sistema e dos dados, é essencial que cada setor esteja envolvido nessas práticas de segurança da informação, sabendo ao certo como salvar os dados, fazer o uso correto da tecnologia e deixar todos a par das atualizações e eventuais erros do sistema.

Além disso, é fundamental que os gestores, supervisores e executivos — que são responsáveis pela organização — zelem pelo comprometimento de toda equipe quando ocorrer esse tipo de situação.

Resumindo: todos precisam andar de mãos unidas, cientes de todos processos e de como aprimorá-los. E como estamos falando sobre educar os usuários — o que não deixa de ser um aspecto organizacional — o gestor ou a equipe de TI devem estar preparados para atender às dúvidas dos usuários e explicar conceitos básicos em virtude de imprevistos.

A simples implementação de um sistema na nuvem, por exemplo, pode ajudar muito na contingência de pane no sistema, uma vez que seus dados estarão guardados em outro lugar. Nesse sentido, conscientizar sobre a importância do backup é de suma importância!

2. Montar uma equipe de gestão de crise

Como vimos, para montar um plano de contingência é preciso que se monte uma equipe que ficará responsável por resolver os problemas e realizar as ações que necessitam ser feitas, independentemente das consequências.

É essa equipe que irá mensurar o que foi perdido e como reavê-lo, sendo a detentora da decisão principal. É por isso que, nesse caso, recomenda-se unir o gerente operacional com o gerente de processamento de dados, já que eles podem agregar conhecimentos dessas áreas nas situações de risco.

Também, é ainda mais interessante fazer testes entre os grupos a fim de determinar qual foi a melhor solução encontrada e, dessa forma, definir quem serão os responsáveis pelo plano de contingência. Nesse sentido, além dos conhecimentos pessoais, a precisão e profissionalismo devem ser levados em consideração de modo frequente.

3. Fazer uma análise de risco

Em qualquer plano de contingência de TI, é fundamental desenvolver uma análise de riscos. Isso quer dizer que deverão ser mensurados os prováveis impactos negativos resultantes desses imprevistos, sejam por falhas humanas ou naturais, por exemplo.

Portanto, essa análise será responsável por estimar os desdobramentos previstos e as maneiras de assegurar que os registros e documentos vitais para a empresa não sejam corrompidos ou perdidos em decorrência do inevitável.

4. Definir as prioridades

Na análise, é essencial também que você defina quais documentos, dados, setores e processos que devem ser classificados como prioridades ou dispensáveis. Assim, além de organizar melhor todo o planejamento, você consegue também identificar quais são aqueles documentos que necessitam de mais cuidado e responsabilidade.

Vale frisar que toda essa classificação necessita ser analisada cuidadosamente a fim de não deixar passar nada em relação à urgência ou prioridade. E isso envolve desde as políticas internas até os sistemas de informação.

5. Determinar estratégias de recuperação

Procure responder algumas perguntas importantes, como: de que maneira os dados e sistemas serão recuperados? Por meio da utilização de softwares, hardwares ou aplicações?

Para determinar essas estratégias, há muitos aspectos que precisam de muita atenção, como uma análise criteriosa das funções do computador, procedimentos especiais de segurança, horas de duração, circunstâncias de emergência, viabilidade e, claro, prioridade.

6. Redigir um documento

Enfim, a partir do momento em que o plano de contingência de TI está formado, é essencial que você o redija em formato de documento para que seja acessível a todos da empresa. É claro que a gerência deve atestá-lo, e aprová-lo ou não; entretanto, é vital que você forneça as informações necessárias, como etapas do processo, e um guia para o passo a passo.

E não se esqueça também de sempre atualizar esse plano, a fim de contemplar mudanças significativas do sistema e formas de recuperá-los rapidamente. Eduque a todos para que saibam quais atitudes devem ser tomadas, ou, pelo menos, quem devem chamar na hora de uma eventual pane no sistema.

7. Fazer testes

Pode parecer estranho, mas algumas empresas não testam o plano de contingência pelo menos uma vez por ano, o que é, com certeza, um hábito irresponsável e imaturo. Assim, o que se faz, basicamente, é esperar passivamente pelos imprevistos ou descargas elétricas.

Em contrapartida, quando se faz um teste para analisar se o plano daria certo ou não em uma situação real, você consegue descobrir o que pode ser aprimorado e o que não deu certo, deixando o plano ainda mais eficiente.

Diante de tudo isso, já deu para perceber que criar um plano de contingência é uma grande responsabilidade, certo? Afinal, os profissionais deverão definir com quase completa precisão o que deverá ser feito em cada probabilidade!

De fato, o plano de contingência de TI é fundamental para que a empresa não sofra com as falhas técnicas já previstas em uma organização dependente 24 horas por dia da tecnologia. Por tudo isso, o mais recomendável é que você contrate uma empresa de TI terceirizada para que seus dados possam ser monitorados com o maior cuidado possível, a fim de ganhar em produtividade e diminuir os custos da organização.

E então, o que você achou dos nossos 7 passos para montar um plano de contingência de TI? Tem ainda alguma dúvida? Deixe-nos o seu comentário!

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Neste artigo

O que é um plano de contingência de TI? 1. Organizar todos os setores 2. Montar uma equipe de gestão de crise 3. Fazer uma análise de risco 4. Definir as prioridades 5. Determinar estratégias de recuperação 6. Redigir um documento 7. Fazer testes

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